No último FestiPoa Literária assisti a Desbiografia de Manoel de Barros.
Ele, e sua poesia de menino de 80 e poucos anos, inspiram até não poder mais. Ler as histórias de suas tantas infâncias traz aquele sentimento que dá vontade de rir e chorar, ao mesmo tempo. Chorar de alegria, e rir de emoção.
Ah, e o filme Só por cento é mentira: A Desbiografia oficial de Manoel de Barros surpreendeu muito! Fotografia e trilha sonoras excelentes! Roteiro maravilhoso!
E, para dar um gostinho, algumas palavras:
Visão é recurso da imaginação para dar às palavras
novas liberdades?
Manoel de Barros, 1916. Menino do Mato

